O que mais nos chamou atenção no documentário foi a forma como ocorreu a aproximação dessas mulheres com o universo da tecnologia, tendo em vista que elas possuem realidades diferentes, porém apresentam interesses em comum. Temas como desigualdade de gênero no setor tecnológico e iniciativas de inclusão, por exemplo, são abordados do documentário em questão.
Nesse sentido podemos discutir sobre a falta de estímulos à participação feminina no meio tecnológico , causada por estereótipos , pois o acesso a tecnologia sempre foi elitizado e restrito as mulheres. Dessa forma, podemos afirmar que a escola juntamente ao restante da sociedade detém o papel crucial de combater esses estereótipos. Segundo essa lógica entramos em outra questão, a desigualdade de acesso as tecnologias. Muitas escolas, especialmente em regiões mais afastadas, não oferecem acesso á internet ou aulas de informática.
É válido salientar, que as tecnologias digitais já fazem parte do nosso cotidiano, das mais diversas formas, no ambiente escolar, pode ser usada de maneiras diferentes, por professores e alunos, no desenvolvimento de atividades mais dinâmicas e participativas por exemplo. Falar sobre algoritmos , dados e vigilância no curso de Pedagogia é muito importante, porque essas tecnologias já fazem parte do dia dia da escola e dos alunos, mesmo que de forma desigual e limitada. Além disso, é uma forma de preparar os alunos para usarem a internet de forma crítica e responsável.
Houve uma fala que de uma das mulheres do documentário que achamos bastante pertinente, na qual ela aborda a questão da representatividade e influência causada pelo fato de ser a única mulher negra em um intercâmbio que realizou para aprender inglês no Estados Unidos, a mesma se colocou a pensar sobre o peso que isso possui.
